Se tem uma coisa que é certa, é que esse post precisa estar salvo aí nos seus favoritos, tendo ou não débitos, porque ele foi feito justamente pra você ESPANTAR AS DÍVIDAS (se você souber usar com sabedoria, é claro!). Bora saber mais? 

Por Me Poupe!

Se você entrou nesse post porque já sabe como quitar dívidas ou até mesmo já quitou as que tinha: levanta esse suvaco pro alto e grita AH QUE FESTA aqui com a gente! Não tem nada que nos deixa mais felizes que te ver sem dívidas, investindo seu dinheiro e aprendendo a planejar as suas finanças. 

Mas, se esse não é o seu caso, calma! Tem bastante conteúdo aqui pra te ajudar a quitar dívidas e começar a buscar sua independência financeira (aliás, toma aqui uma indicação: As dívidas estão tirando o seu sono?).

A boa notícia é que está rolando o Feirão Limpa Nome da Serasa e, até o dia 06/12, quem está endividado tem a chance de renegociar e quitar sua dívida com descontos de até 99% (sim, isso é possível!). E pra te ajudar a não cair mais em ciladas e se enrolar de novo, presta atenção em algumas dicas que separamos pra você.

#1 Saiba quanto você ganha

Saber quanto você ganha e quanto você gasta é o primeiro passo para qualquer plano financeiro! Quer investir? Quitar as dívidas? Evitar as dívidas? Planejar as suas metas? Então, SAIBA QUANTO VOCÊ GANHA. 

Procure seu último holerite e coloque no papel exatamente tudo o que entra em sua conta. Ah, um detalhe importante: entenda os descontos aplicados em seu salário! Tem bastante gente que não sabe ao certo o valor dos impostos descontados, por isso, não tem nem ideia de quanto realmente recebe – daí fica difícil planejar o orçamento, né? 

Se você não tem uma receita fixa, considere um valor médio e tente ser realista: pense na situação econômica para considerar a projeção dos seus rendimentos (se a economia está semelhante ao mês passado, possivelmente seus ganhos serão semelhantes também). Outra dica importante para esse caso é também lembrar se existem meses em que seu rendimento normalmente é menor, isso valerá pra você não levar nenhum susto.  

Anotou direitinho quanto você ganha? Então bora pra próxima etapa…

#2 Saiba quanto você gasta

Anote TODOS os seus gastos e mantenha o acompanhamento. Aqui estamos falando em anotar os gastos essenciais (moradia, água, luz, gás, alimentação, farmácia, etc), os gastos supérfluos (vai doer? Provavelmente) e PRINCIPALMENTE todos os gastos que costumam passar despercebidos, por exemplo, aquele Uber que você pagou no pix, o cafezinho que você pagou no dinheiro, aquela comprinha no crédito, o ingrediente faltando pro almoço que você buscou no mercadinho e passou no débito… 

O mundo ideal é que tudo isso esteja em uma planilha, caderno ou qualquer lugar que você possa acessar com facilidade para preencher sempre que gastar com algo.

# 3 Corte o que não é necessário

Os dois primeiros passos são um pouco trabalhosos (aliás, desculpe por só avisarmos agora), mas eles compensam demais, porque com o diagnóstico dos seus ganhos e custos em mãos, você tem a oportunidade de eliminar gastos não essenciais.

Olhe com muito carinho e atenção pra todos os seus custos, avalie o que é mesmo essencial, o que faz sentido pra você e procure por todos aqueles que poderiam ser menores (e então, diminua, é claro) e por aqueles que nem precisam estar ali. E, pra esse último, manda logo um beijinho no ombro e elimina da sua vida!  

Eliminar gastos não essenciais abre espaço pra sobrar mais dinheiro pra investir em suas metas, metonas, metinhas e – acompanha aqui com a gente o raciocínio: isso já te deixa muito mais perto de carimbar seu dinheiro pra chegar nos seus objetivos, sem se enrolar em dívidas, depender de parcelas ou precisar de empréstimos pra quitar as contas… entendeu? Eliminar seus custos não é uma estratégia pra gastar mais e sim, pra sobrar dinheiro pra PLANEJAR MAIS e INVESTIR MAIS.  

#4 Organize seu orçamento

Muito bem, Me Poupeira! e Me Poupeiro!, estamos quase no fim desse post e o que temos pra te dizer é: SÓ-VIN-TE-POR-CEN-TO.

Ai, amamos fazer um mistério, mas amamos mais te salvar de enrascadas, então aí vai a explicação: 20% da sua renda é o máximo que você pode ter de dívidas pra não se afogar nelas – anota isso, Me Poupeira! e Me Poupeiro! porque esse é o pulo mctwist carpado do gato escondido passando por você nesse post.

Ah, e dívidas não são só financiamentos e empréstimos, elas também são gastos em cartão de crédito, dinheiro emprestado de conhecidos ou cheque especial (ai, dá até arrepio falar nisso! 😖). 

#5 Não faça mais dívidas

Se livre das dívidas pagando as coisas à vista!

Ao invés de parcelar, planeje sua meta: defina o que precisa, porque, pra quando e invista nela. Dessa forma, você conseguirá atingir seus objetivos sem comprometer seu orçamento e se enrolar novamente.

#PRATODOSVEREM: Nath olhando pra câmera e abrindo os braços enquanto diz “Chega!”


Tem tanta lição pra planejar suas metas aqui no blog e no canal, dá só uma olhada: 


– Como tirar as metas do papel
– Investimentos ideais para cada tipo de meta
– Quanto você precisa investir pra realizar uma meta

Ficou com alguma dívida dúvida? Então deixa aqui nos comentários e quem sabe esclarecemos isso pra você num próximo post! 

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