Pais e mães de primeira viagem: quanto custa ter um filho?

11 de outubro | 2021

Muitas vezes, a notícia da chegada de um (ou mais) filho(s) chega de forma inesperada. Em outros casos, a decisão de aumentar a família vem só depois de MUITO planejamento. Se só de falar nesse assunto seu suvaco já está suando, então você está no lugar certo.


Por Me Poupe!


Filhos são uma alegria? Sim. Custam caro? Sim também. Você precisará readaptar o orçamento e entender as novas prioridades. “Me Poupe!, socorro! Já estou arrancando os cabelos!”. Inspira, respira, não pira e segue nesse post pra conhecer melhor os custos e fazer um bom planejamento.

Natalia Acuri

#PARATODOSVEREM: Nath Arcuri falando “quem avisa amigo é”.

 

AVALIE O CENÁRIO FINANCEIRO

 

A primeira pergunta que o casal deve se fazer é: conseguimos dispor de 20% a 30% do salário para manter uma criança? Se a resposta for não, talvez o ideal seja pisar no freio, pensar em uma boa faxina financeira para reduzir os gastos e chegar a essa reserva.

E se a resposta for sim?

AH-QUE-FESTA-DO-RECÉM-NASCIDO! 

Aí taca-lhe pau no planejamento na ponta do lápis, Me Poupeira! e Me Poupeiro!

 

MIRE NO FUTURO

 

Depois de fazer essa análise da situação financeira familiar e olhar no detalhe o que entra e o que sai, é hora de traçar um planejamento. Do curtíssimo ao médio prazo, é importante olhar o processo como um todo e projetar gastos que vão da gestação aos primeiros anos da criança.

 

GASTOS BÁSICOS&ESSENCIAIS

 

Nessa lista entram os valores previstos com alimentação, moradia, saúde e educação – que, por sinal, andam cada vez mais altos!

 

Comecemos pelo pré-natal que deverá , no mundo ideal, deveria considerar a contratação de um plano de saúde que cubra exames, consultas e, é claro, o parto! Um pré-natal feito no particular NÃO vai sair menos de R$3mil, isso sem contar o grande dia que pode ultrapassar a casa dos R$20mil.

 

Isso significa que vocês devem separar uma porcentagem do orçamento destinada à saúde. E ALERTA VERMELHO: seu bebê também precisará passar por consultas, tomar vacinas e ser acompanhado por especialistas.

 

Natalia Acuri

#PARATODOSVEREM: Nath Arcuri gesticulando e dizendo que “ferrou”.

 

É claro que o seu lar precisará passar por adaptações para a chegada de um novo serzinho. O seu espaço tem lugar para um berço? Para configurar um espaço exclusivo para ele? Ou vocês terão que partir para uma casa um pouco maior? Isso deve ser pensado e estruturado com antecedência, hein!

 

Além disso, itens de enxoval como berço, carrinho, armário, mamadeiras, trocador e fraldas (cerca de 150 por mês, socorro!) são essenciais e não podem ser deixados de lado. O que não é o caso das roupinhas de grife, brinquedos tecnológicos e acessórios supérfluos que podem ficar para um segundo momento – caso faça sentido pra você.

 

Para quem tem trabalho fixo, o período de licença-maternidade alivia o bolso e as preocupações de ter com quem deixar o bebê (por Lei dura 120 dias, mas que pode chegar a 6 meses). Passado esse tempo, o casal precisa definir a melhor opção: uma creche, uma babá, ajuda de avós ou parentes? Uma coisa é certa, você terá que lidar com isso!

 

“CARACAS ME POUPE!, o meu sonho de ser mãe/pai acaba de ser arruinado”. 

 

Calma, Me Poupeira! e Me Poupeiro!. Esse é só um choque de realidade para você não sair metendo os pés pelas mãos, ok? Pra gente, todo sonho é possível sim, basta que você se organize para isso.

 

Então, temos três conselhos finais pra quem quer curtir a chegada de um bebê com um bom fôlego financeiro:

 

  1. Reveja o seu estilo de vida, hábitos e prioridades;
  2. Elimine suas dívidas;
  3. Crie uma reserva financeira.

 

E aí, prontas e prontos pra colocarem um filho no mundo?


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